Cento e vinte e cinco anos no mesmo mar.
Em 1901, os nossos bisavós pescavam nestas águas. Conheciam cada rocha, cada corrente, cada gruta — porque delas dependia o pão. Hoje os barcos continuam pequenos e as mãos continuam da família: somos pescadores de Lagos há quatro gerações.
Não somos uma empresa de turismo que comprou barcos. Somos os homens do mar que abriram estas grutas aos visitantes — e é por isso que entramos devagar, contamos as histórias verdadeiras e voltamos sempre pela passagem mais bonita.
— a família e os capitães do cais










